Reconhecida por sua atuação direta na formação, estruturação e valuation de empresas, Priscila Sá é hoje apontada como a maior investidora-anjo em envolvimento prático no Brasil, acompanhando de perto negócios em diferentes estágios de maturidade, inclusive empresas em crise operacional e financeira.
Em meio ao crescimento do endividamento das empresas brasileiras, uma constatação tem se repetido nos bastidores do empreendedorismo: dinheiro, sozinho, não resolve a crise de um negócio. Para Priscila, o erro mais comum de empresários em dificuldade é acreditar que um aporte financeiro representa a solução imediata para problemas que, na origem, são estruturais.
“Atendo empresários todos os dias que chegam focados exclusivamente em pagar dívidas. Eles não olham para o principal ativo que têm nas mãos: o próprio negócio”, afirma.
Segundo a investidora, empresas em situação crítica entram rapidamente em um ciclo de sobrevivência, no qual qualquer recurso recebido é direcionado apenas para quitar débitos acumulados. Sem mudanças profundas na gestão e na estrutura, o resultado tende a ser previsível: a empresa retorna ao mesmo ponto de fragilidade em pouco tempo.
O diagnóstico que revela o verdadeiro problema
Durante os diagnósticos empresariais que realiza diariamente, Priscila costuma fazer uma pergunta direta aos empresários:
“Se você recebesse hoje exatamente o valor da sua dívida, o que faria?”
“A resposta quase sempre é a mesma: ‘pagaria todas as dívidas’. Quando isso acontece, fica claro que o problema não é o dinheiro, é a falta de base”, explica.
Para ela, quando gestão, processos, pessoas e estratégia de crescimento não são trabalhados, qualquer aporte financeiro funciona apenas como um alívio temporário, e não como uma solução definitiva.
Dinheiro acelera o erro, ou o acerto.
Priscila compara a situação a casos de pessoas que ganham grandes prêmios na loteria, mas perdem tudo por falta de preparo. “O dinheiro potencializa o que já existe. Se a empresa está desorganizada, ele acelera a queda. Se está estruturada, acelera o crescimento.”
Com atuação diária dentro de empresas, a investidora afirma que 100% dos negócios podem se reerguer, desde que o foco seja colocado na base.
“Não é discurso motivacional. É prática.”
Há casos, segundo ela, de empresas que operavam com prejuízos superiores a R$ 200 mil e que, após uma reorganização estrutural, passaram a registrar faturamentos acima de R$ 1 milhão em poucos meses.
“Não foi mágica nem aporte financeiro. Foi correção de rota.”
Estrutura antes do investimento
A lógica que orienta a atuação de Priscila Sá é clara:
“Antes de colocar dinheiro, é preciso preparar a empresa para sustentar crescimento. Em muitos casos, o melhor investimento é dizer ao empresário que ele ainda não precisa de dinheiro.”
Esse mesmo princípio orienta o trabalho desenvolvido por ela à frente da ANPE (Agência Nacional de Emprego), organização voltada à conexão entre empresas e profissionais preparados para o mercado formal.
Para Priscila, não existe crescimento sustentável sem pessoas capacitadas, processos claros e gestão estruturada.
“Empresas não quebram por falta de ideia ou de produto. Quebram porque crescem sem estrutura”, resume.
Priscila Sá
Uma mudança necessária no empreendedorismo brasileiro
Para especialistas do setor, esse posicionamento reforça uma mudança relevante no ecossistema empreendedor brasileiro: crescer não é apenas captar recursos, mas construir fundamentos sólidos.
A trajetória de Priscila Sá ajuda a traduzir esse movimento. Diferente do chamado “investidor de palco”, ela atua diariamente dentro das empresas, corrigindo falhas operacionais, estruturais e estratégicas que impedem negócios de se tornarem investíveis.
Hoje, Priscila Sá é considerada a investidora-anjo mais ativa na preparação e estruturação de empresas no Brasil, com atuação direta em valuation, plano de negócio e crescimento sustentável, mostrando, na prática, que estrutura vem antes do capital.
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