Advogado criminalista baiano construiu carreira com atuação no Tribunal do Júri, em casos de grande repercussão e em processos que exigem análise técnica das provas
A experiência acumulada no Tribunal do Júri é um dos principais elementos da trajetória do advogado criminalista Alonso Guimarães. Com mais de 84 júris realizados, segundo informações divulgadas sobre sua carreira, o profissional atua tanto na defesa quanto na acusação, em processos que envolvem diferentes níveis de complexidade e repercussão pública.
Sua atuação também é marcada pelo estudo de elementos relacionados às ciências forenses. Medicina Legal, balística, reproduções simuladas, exumações, exames periciais e outros recursos técnicos fazem parte da análise utilizada em casos nos quais a interpretação das provas pode ser determinante para a compreensão da dinâmica dos fatos.
Experiência no Tribunal do Júri
O Tribunal do Júri ocupa posição central na carreira de Alonso Guimarães. A experiência em diferentes posições processuais permite ao advogado atuar tanto na defesa de acusados quanto na representação dos interesses de vítimas e familiares.
Além da presença nos plenários, sua atuação envolve o estudo detalhado dos elementos que integram os processos criminais. A análise de laudos, depoimentos, imagens, exames periciais, exumações e demais provas busca contribuir para a construção das teses apresentadas durante os julgamentos.
Informações publicadas sobre sua trajetória apontam ainda para uma experiência de mais de uma década na advocacia criminal e para a especialização na atuação perante o Tribunal do Júri.
Ciência forense aplicada ao Direito
Em casos criminais complexos, a atuação jurídica pode exigir a compreensão de elementos que ultrapassam a interpretação exclusivamente textual dos autos.
Nesse contexto, Alonso Guimarães destaca em sua trajetória o estudo de áreas como Medicina Legal, Odontologia Legal, Balística, Hematologia Forense, reproduções simuladas e exumações.
A análise desses elementos pode auxiliar na reconstrução da dinâmica dos acontecimentos e no confronto entre versões apresentadas durante a investigação e o processo judicial.
O trabalho desenvolvido no Tribunal do Júri, dessa forma, reúne a argumentação jurídica à interpretação das provas produzidas no processo.
Caso Mestre Moa do Katendê
Entre os casos de maior repercussão associados à carreira de Alonso Guimarães está o processo envolvendo o mestre de capoeira e músico Romualdo Rosário da Costa, conhecido como Mestre Moa do Katendê, assassinado em Salvador, em 2018.
Guimarães atuou como advogado da família da vítima e participou da acusação no processo. A atuação é registrada em reportagens publicadas durante o andamento do caso e também em trabalho acadêmico produzido pela Universidade Federal da Bahia.
O julgamento envolveu a análise de elementos relacionados ao homicídio e à tentativa de homicídio contra um familiar de Moa. Na época, o advogado destacou a importância das provas reunidas no processo para a sustentação da acusação.
Atuação no caso Valdir Macário
Outro processo de grande repercussão é o assassinato do cabeleireiro Valdir Macário, ocorrido em Salvador, em novembro de 2016.
Alonso Guimarães atua como advogado da família da vítima e como assistente de acusação. O caso chegou a ter sucessivos adiamentos do Tribunal do Júri, em razão de questões relacionadas à defesa dos acusados.
Em setembro de 2026, Guimarães afirmou à imprensa que a atuação da acusação envolve elementos de Medicina Legal, depoimentos de testemunhas e interrogatórios dos réus, além de outros elementos periciais destinados a esclarecer a dinâmica do crime.
O processo permanece em andamento, e a realização do julgamento depende da superação das questões processuais que provocaram os adiamentos.

Dr. Alonso Guimarães ao lado de sua mãe, Ciomara Guimarães, em registro familiar.
Crédito Fotos: @jhey.fotografia
Reconhecimentos profissionais
A carreira de Alonso Guimarães também reúne homenagens e reconhecimentos institucionais.
Entre eles está o Selo de Referência Nacional da ANCEC, na área de Advocacia e Justiça. A própria ANCEC mantém Alonso Guimarães entre os profissionais relacionados à premiação.
Em outubro de 2025, o advogado recebeu o Selo de Referência Nacional – categoria Diamante Azul e a Comenda Pero Vaz de Caminha, em cerimônia realizada no Rio de Janeiro, em evento promovido pela ANCEC e pela FALASP.
Publicações sobre sua trajetória também registram o reconhecimento internacional recebido em 2022 pela Latin American Quality Institute (LAQI).
Para setembro de 2026, estava prevista uma nova etapa de homenagens, incluindo o Selo Diamante Laranja da ANCEC e a outorga do Grau de Grande-Oficial da Ordem do Mérito Pero Vaz de Caminha, concedida pela FALASP, conforme informações divulgadas sobre sua trajetória. Alonso Guimarães recebeu os selos da ANCEC repetidamente ao longo do período de 2021 a 2026, consolidando uma sequência de reconhecimentos concedidos à sua trajetória profissional. A outorga do Grau de Grande-Oficial ganha destaque por se tratar de uma honraria de elevado grau, destinada, conforme informações divulgadas sobre a distinção, a personalidades como governadores, diplomatas e ministros, entre outras autoridades e personalidades.
Uma carreira construída nos plenários
A trajetória de Alonso Guimarães combina experiência prática nos Tribunais do Júri, atuação em processos de repercussão pública e estudo de diferentes áreas relacionadas às ciências forenses.
Com mais de 84 júris realizados, participação em casos que chegaram ao noticiário nacional e reconhecimentos concedidos por instituições brasileiras e latino-americanas, o advogado mantém sua atuação concentrada na advocacia criminal e, especialmente, nos julgamentos perante o Tribunal do Júri.
Mais do que os números de sua carreira, os processos em que participou ajudam a dimensionar a variedade de situações enfrentadas ao longo de sua trajetória profissional, ora na defesa, ora na acusação, sempre dentro das atribuições próprias da advocacia criminal.
Crédito Fotos: @jhey.fotografia



